segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

RIO SÃO FRANCISCO

Foram dias inesquecíveis no Rio São Francisco. Fomos em um grupo de oito pescadores. Ficamos uma semana e pescamos vários peixes; dentre eles o surubim, a curimba, a piapara, piau, pacu prata, dourado, piranha e caranha.
 
" O rio São Francisco é um dos mais importantes cursos d'água do Brasil e de toda a América do Sul. Conforme estudos, sua nascente real e geográfica está localizada no município de Medeiros, Minas Gerais. Na Serra da Canastra no município de São Roque de Minas, Minas Gerais encontra-se a aproximadamente 1200 metros de altitude a errônea chamada nascente histórica, qual por muito tempo se pensou ser a nascente real. O rio também atravessa o estado da Bahia, fazendo sua divisa ao norte com Pernambuco, bem como constituindo a divisa natural dos estados de Sergipe e Alagoas, e, por fim, deságua no Oceano Atlântico, drenando uma área de aproximadamente 641 000 km² e atingindo 2 830 km de extensão. Seu nome indígena é Opará e também é carinhosamente chamado Velho Chico.
Apresenta dois estirões navegáveis: o médio, com cerca de 1.371 km de extensão, entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA) / Petrolina (PE) e o baixo, com 208 km, entre Piranhas (AL) e a foz, no Oceano Atlântico.
O rio São Francisco atravessa regiões com condições naturais das mais diversas e tem cinco usinas hidroelétricas.
As partes extremas superior e inferior da bacia apresentam bons índices pluviométricos, enquanto os seus cursos médio e submédio atravessam áreas de clima bastante seco. Assim, cerca de 75% do deflúvio do São Francisco é gerado em Minas Gerais, cuja área da bacia ali inserida é de apenas 37% da área total.
A área compreendida entre a fronteira Minas Gerais-Bahia e a cidade de Juazeiro(BA), representa 45% do vale e contribui com apenas 20% do deflúvio anual.
Os aluviões recentes, os arenitos e calcários, que dominam boa parte da bacia de drenagem, funcionam como verdadeiras esponjas para reterem e liberarem as águas nos meses de estiagem, a tal ponto que, em Pirapora (MG), Januária (MG) e até mesmo em Carinhanha (BA), o mínimo se dá em setembro, dois meses após o mínimo pluvial de julho.
                                                                                  
                                      
      
                                                                                  


À medida que o São Francisco penetra na zona sertaneja semi-árida, apesar da intensa evaporação, da baixa pluviosidade e dos afluentes temporários da margem direita, tem seu volume d'água diminuído, mas mantém-se perene, graças ao mecanismo de retroalimentação proveniente do seu alto curso e dos afluentes no centro de Minas Gerais e oeste da Bahia. Nesse trecho o período das cheias ocorre de outubro a abril, com altura máxima em março, no fim da estação chuvosa. As vazantes são observadas de maio a setembro, condicionadas à estação seca".  ( Texto - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. )

sábado, 24 de dezembro de 2011

LAMBARI

Tem dias que queremos mesmo é ficar na companhia dos lambaris. Brincando com os bichinhos, sem ver a hora passar; porque passa rápido demais, sempre passa, e ficamos admirando a natureza só passando o tempo.




Na foto acima os lambaris estão dentro de um boné. Consegue vê - los?

"Lambari é a designação vulgar de várias espécies de peixes do gênero Astyanax, família Characidae, comum nos rios, lagoas, córregos e represas do Brasil.
Seu tamanho médio é entre os 10 e os 15 centímetros de comprimento, possuindo um corpo prateado e nadadeiras com cores que variam conforme as espécies, sendo mais comuns os tons de amarelo, vermelho e preto..
São considerados como uma iguaria e também são utilizados como iscas na pesca de peixes maiores.
São peixes onívoros e a base da alimentação de diversos peixes predadores".
( Texto - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

PESCADOR ESPORTIVO!



Olá Amigos, 

Encontrei um texto aqui na Web e gostaria de compartilhar com vocês:

" Considero-me um pescador esportivo sim!!!

Pois, não pesco profissionalmente porque não trago peixes para vender, não pesco por hobby e que se assim fosse, pescaria apenas ocasionalmente sem mais compromisso, pescar por laser menos ainda, pesca por laser aquele que é convidado no local e lhe entregam um caniço e ele aceita para passar umas horinhas bebendo, comendo, piadinhas e tudo de direito que a ocasião permitir.

Considero-me pescador esportivo pois:

A exemplo de outros esportes onde se uniformizam para a prática, comprei roupas especiais para isso que me proporcionem movimentos cômodos e confortáveis também em relação ao calor.

A exemplo de um esportista golfista que adquiri tacos de melhor procedência, escolho as melhores varas que meu dinheiro possa comprar.

A exemplo de um esportista do automobilismo que procura os melhores motores, adquiro as melhores carretilhas com mais rolamentos que andem mais, dentro de meu padrão financeiro.

A exemplo dos esportistas que praticam o montanhismo que compram suas cordas importadas para isso, adquiro minhas linhas de pesca cada vez mais desenvolvidas e resistentes e com seu diâmetro a cada vez mais finos.

A exemplo dos esportistas que praticam trilhas, raftin, camping, também estou em contato com a natureza muitas vezes andando por trilhas, navegando por correntezas e dormindo e comendo em acampamentos ou algo que o valha.

A exemplo do esportista que pratica o futebol e compra suas chuteiras, compro minha iscas artificiais esperando a cada uma delas que exerça sua função e me faça vibrar com um bela fisgada assim como um gol de placa.

A exemplo dos todos os esportistas que se concentram um dia antes de um jogo, me concentro quase uma semana estudando o local por informações, estudando as mudanças climáticas e preparando os apetrechos para o tipo de pesca que pretendo praticar.

Haaaaa!!!!! Tem uma coisa no nosso esporte que não tem no deles, não temos adversários!!!! Temos por ocasiões de atravessar por adversidades mas o meu oponente não é tratado como inimigo!!!

E com vantagens em relação aos outros ESPORTES, caso do oponente não compareça, o jogo não termina por WO, continuo praticando meus arremessos para que fiquem cada vez mais precisos, continuo navegando na descoberta de novos e promissores pontos de visitação futura, continuo trabalhando as iscas artificiais a fim de descobrir novos e interessantes movimentos com modificações de trabalho.

É... pesando bem acho que não sou um esportista, não quero vencer e acabar com meu ADVERSÁRIO, pelo contrário, quero que ele cresça e se prolifere ".
                                                                                                                                ( Clóvis Camacho )

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

TRAÍRA

Como não falar da  Hoplias Malabaricus,  a nossa querida Traíra:





                                                                                   










Traíra

Por: Armando Urenha Jr. Foto/Ilustração: Lester Scalon Publicado em: 10/2011
Nome: Traíra

Nome científico: Hoplias malabaricus

Água doce ou salgada: Doce

Família: Erithrynidae

Características: As Traíras são divertidas e bastante briguentas e podem ser capturadas com várias técnicas. São exclusivas da América do Sul e pertencem à família Erithrynidae, da qual também fazem parte Jejus e Trairões. Antigamente, eram tidas como espécie única, com ampla distribuição dentro da área de ocorrência. Com o aprofundamento de estudos, os cientistas chegaram à conclusão de que são várias espécies ou um grupo, denominado malabaricus . Os peixes desse grupo podem alcançar tamanho máximo em torno de 5 kg e 80 cm de comprimento. O corpo é roliço, com as extremidades mais afiladas. Têm a cabeça levemente comprimida, principalmente na região das maxilas. Apresentam dentição pronunciada, constituída por dentes aciculares (em formato de agulha) levemente achatados, de diferentes tamanhos. Sua coloração, normalmente marrom dourada, pode variar entre preto, cinza e verde, dependendo do ambiente e da cor da água. As escamas recobrem só o corpo e não estão presentes na cabeça e nadadeiras.

Hábitos: São caçadoras implacáveis e, uma vez atiçadas, atacam iscas diversas vezes. Preferem se alimentar de pequenos peixes, sapos e alguns artrópodes (crustáceos e pequenos insetos com esqueletos externos e patas articuladas, como pitus). Como não nadam muito bem, as iscas devem ser puxadas mais lentamente, para as Traíras poderem se aproximar e dar boas mordidas. Muitas vezes, são atraídas por barulhos na água, como o de peixes debatendo-se na superfície.

Curiosidades: Podem muitas vezes ser responsabilizadas pelo amor à pesca de diversas pessoas que as capturaram em pequenos lagos de sítios ou em grandes quintais. Sua agressividade e espírito de luta sempre proporcionam muitas festas a vários pescadores, veteranos ou principiantes.

Onde encontrar: Presentes em praticamente todos os corpos de água doce do Brasil, vivem em lugares que vão desde brejos e pequenos alagados a rios caudalosos e quilométricos, em todo o território continental. Sua presença é bastante comum em açudes, lagos e reservatórios. Em rios, preferem ficar em pequenas baías ou remansos, sem correnteza. Gostam de ficar em águas rasas e quentes de lagoas e represas, principalmente em meio a pedras, galhos secos, árvores caídas, moiras de capim e vegetação marginal. Nas regiões sul e sudeste, migram para águas mais profundas no inverno e permanecem junto ao fundo, inativas. Em rios, podem ser encontradas nas mesmas estruturas, em pequenas ou grandes baías marginais ou regiões de águas mais calmas. Normalmente ficam juntas ao fundo independentemente da temperatura da água.

Dicas para pescá-la: Ao optar por iscas artificiais, seja persistente já que as traíras às vezes são um pouco lentas e podem demorar a atacar. Iscas de hélices, poppers e zaras são bastante eficientes, pois o barulho que produzem atrai essas implacáveis caçadoras. 

 Texto - Origem Revista Pesca & Cia. - http://revistapescaecompanhia.uol.com.br/peixes-do-brasil/agua-doce.aspx?c=271

O TUCANO


Em uma de minhas pescarias encontrei uma ave extraordinária!   O Tucano!







São designadas por tucano as aves da família Ramphastidae que vivem nas florestas da América Central e América do Sul. O termo é de origem tupi através do vocábulo tukana[1].


Possuem um bico grande e oco. A parte superior é constituída por trabéculas de sustentação e a parte inferior é de natureza óssea. Não é um bico forte, já que é muito comprido e a alavanca (maxilar) não é suficiente para conferir tal qualidade. Seu sistema digestivo é extremamente curto, o que explica sua base alimentar, já que as frutas são facilmente digeridas e absorvidas pelo trato gastrointestinal. Além de serem frugívoros (comerem fruta), necessitam de um certo nível protéico na dieta, o qual alcançam caçando alguns insetos, pequenas presas (como lagarto, perereca, etc) e mesmo ovos de outras aves. 

Possuem pés zigodáctilos (dois dedos direcionados para frente e dois para trás), típicos de animais que trepam em árvores.


São monogâmicos territorialistas (vivem e se reproduzem em casal isolado). Não há dimorfismo sexual e a sexagem pode ser feita por análise de seu DNA.[2] A fêmea e o macho trabalham no ninho, que é construído em ocos de árvores. A fêmea choca e o macho alimenta-os. Fazem postura de três a quatro ovos, cujo período de incubação é de dezoito dias.


O tucano-toco (Ramphastos toco) ainda não é uma espécie ameaçada de extinção. Entretanto, tem sido capturado e traficado para outros países a fim de ser vendido em lojas de animais. Isto tem, como consequência, a diminuição da sua população nas florestas, pondo em risco a variabilidade genética, bem como a morte de muitos animais durante o transporte.


Não são aves migratórias.
( Texto - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre ).

GIANT CATFISH



Falando em Surubi, digo, Pintado, esse foi um exemplar de, aproximadamente, 60 kg., creio eu. Capturado no Rio São Francisco, norte de Minas Gerais. Não consegui segurá - lo adequadamente. Um cavalo!


CATFISH



 Catfish  de 4 kg.  capturado em um Pesque e Pague em São João Del Rei - MG.




Bagres ( ordem Siluriformes) são um grupo diversificado de actinopterígeo peixes . Nomeado para a sua proeminente barbos , que se assemelham a de um gato bigodes , faixa de catfish em tamanho e comportamento do mais pesado e mais longo, o bagre gigante do Mekong do Sudeste Asiático e mais longo o segundo, o peixe-gato wels da Eurásia, a detritívoros (espécies que comem material morto na parte inferior), e até mesmo um pequeno parasita espécies comumente chamado de candiru , Vandellia cirrhosa. Há blindadas tipos e também os tipos de nu, nem tendo escalas. Apesar do seu nome, nem todos os bagres têm barbos proeminentes; membros da ordem Siluriformes são definidos por características do crânio e bexiga natatória . Bagres são de importância comercial considerável, muitas das espécies de maior porte são cultivados ou pescados para a alimentação. Muitas das espécies mais pequenas, particularmente do gênero Corydoras , são importantes na aquariofilia .  ( Texto - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre).

Pintado - Surubim



Surubim de 4 kg.  Peixe Nobre brigador...

O termo surubi é a designação comum a alguns bagres da família dos pimelodídeos dos gênero Pseudoplatystoma e Sorubim, também chamados de loando, loango, sorubim e surubim:

 ( Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre ).

Salminus Franciscanus


Dourado do Rio São Francisco de 3,5 kg. , 63cm.

 Salminus franciscanus: 

    Define o Peixe Dourado do Rio São Francisco (Brasil), ficando o nome Salminus affinis para o dourado do Rio Magdalena na Colômbia e rios do Equador, Bolívia e Peru. ( Texto - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre).

    Pesca noturna,  Rio São Francisco,  cidade de São Francisco - MG.