terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

MATRINXÃ













Matrinxã

Por: Alec Krüse Zeinad Foto/Ilustração: Lester Scalon Publicado em: 12/2011
Nome: Matrinxã

Nome científico: Brycon cephalus

Água doce ou salgada: Doce

Família: Characidae

Características: O corpo comprimido tem formato fusiforme. A nadadeira caudal é levemente furcada e parte posterior, colorida de negro. A boca é pequena e terminal. Têm coloração prateada nas laterais, dorso geralmente negro e ventre branco. Atingem pouco mais de 4 kg de peso e 60 cm de comprimento total. São muito esportivos e propiciam grande emoções para quem se dedica a sua captura na pesca.

Hábitos: O hábito alimentar é onívoro. A dieta de matrinxãs consiste basicamente de folhas, frutos, sementes na cheia, pequenos peixes e outros animaizinhos durante a seca. A pequena boca está ornada com dentes com muitas saliências que cortam, rasgam, moem e assim permitem aos matrinxãs consumir diferentes e variados alimentos. Esse hábito possibilita usar vários tipos de iscas e equipamentos para pescá-los. Costumam nadar em pequenos e grandes cardumes, especialmente na estação reprodutiva. Vivem na coluna d'água, atrás de obstáculos como galhadas, pedras e vegetação marginal durante a seca, durante a cheia, nas matas alagadas, chamadas de igapós (jovens e adultos) nos rios de águas claras e escuras, e várzeas (larvas e filhotes) nos rios de água branca.

Curiosidades: Hoje, essa espécie rompeu os limites de seu berço de origem (a Bacia Amazônica) e pode ser encontrada em pisciculturas e lagos de pesca de todos estados brasileiros, com exceção da região sul. Apesar da transferência de espécies entre diferentes bacias não ser benéfica, um fator produtivo está justamente no hábito reprodutivo desses peixes. Por realizar migração reprodutiva (são reofílicos), não conseguem se reproduzir fora do ambiente natural e as desovas precisam ser induzidas mediante a aplicação de hormônios. Apresentam bom desempenho em cativeiro e aceitam bem rações de proteínas de origem vegetal, mais baratas.

Onde encontrar: Os matrinxãs jovens e adultos são encontrados naturalmente em quase todos os rios de águas claras e cor de chá, atrás de obstáculos semi-submersos como troncos, galhadas e pedras. A estação da seca é a época mais produtiva para sua captura, especialmente com iscas que imitam pequenos peixes e artrópodes como insetos e crustáceos. Hoje em dia são encontrados freqüentemente em pesqueiros por quase todos o país, desafiando a perícia de grande número de pescadores.

Dicas para pescá-lo: Os ataques dos matrinxãs costumam ser bastante rápidos e exigem muito reflexo do pescador, além de anzóis menores e bastante afiados. 

                                                                                             ( Texto origem: Revista Pesca & Cia. )

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Minha Vida de Pescador

Amanhã bem cedinho vou montar minha barraca lá naquele cantinho. Bem debaixo da árvore entre os dois galhinhos e ficar bem quietinho. Vou acender um foguinho pra ficar bem quentinho e espantar os mosquitinho... Arremessar minhas iscas pra ver se os peixe belisca. Pego um, pego outro, solto os dois, pro Rio me dar mais outros dois. Se a fome apertar um deles eu vou assar na brasa que sobrar. Essa é minha vida de pescador... e eu te conto sim senhor; não tem coisa melhor...




domingo, 15 de janeiro de 2012



Tigerfish ( Peixe Tigre )

" o primo dentuço do Dourado e da Piranha"

 
                                                                                                                                 creepyanimals.com




                                      b4tea.com




                                                                                               timwheatley.org


Vídeo:



 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tigerfish 

 Tigerfish é o nome comum para uma variedade de espécies de várias famílias diferentes de peixes , geralmente em virtude da sua coloração ou aparência de outra forma assustadora e os dentes.

Alestiidae:



Hydrocynus vittatus
 
Várias espécies do gênero Hydrocynus da família Alestiidae são chamados de "tigerfish" e são particularmente valorizada como peixe esportivo. Estes peixes são encontrados em Africano muitos rios e lagos do continente e são ferozes predadores com distintivos dentes protuberantes. O peixe carrega uma semelhança impressionante, na aparência e hábitos, para o Dorados de rios da América do Sul, mas é prata brilhante, ao contrário do ouro do Dorado. Eles podem muito bem ter um ancestral comum, há muito tempo, quando os dois continentes estavam unidos. Na verdade, o Dorado é conhecido como o "Tigre del Rio" - Tiger do rio.
As duas espécies mais comuns são provavelmente mais conhecidos na África Austral. O primeiro é o Tigerfish Golias ( Hydrocynus goliath ), a fama de atingir 50 kg de peso, que é encontrado no rio Congo sistema e Tanganyika Lago , é o maior da família. A segunda maior, chegando a 15 kg, e as espécies sul, é o Tigerfish ( Hydrocynus vittatus ), comumente encontrada no Delta do Okavango , o rio Zambeze e nos dois maiores lagos ao longo do, Zambezi Lago Kariba , na Zâmbia, Zimbabwe , e Cabora Bassa , em Moçambique, e Jozini barragem na África do Sul.


Cichlidae:

O nome "tigerfish" tem sido ocasionalmente usada para espécies de ciclídeos do gênero Rhamphochromis . Estas são grandes, de cor prateada peixes que pode ter uma ou duas linhas horizontais pretas a todo o comprimento do corpo. Estes peixes são nativos do lago Malawi , em África . Eles podem medir até 2 metros (6 pés 7 polegadas) de comprimento e pesar até 50 kg (105 lbs.) Eles também têm dentes muito afiados que pode rasgar facilmente através da pele, no entanto, eles não são conhecidos por comer os seres humanos . No entanto, de acordo com urbanlegends.com, o tigre golias "tem um pouco a distinção singular de ser o único peixe de água doce Africano (excluindo o tubarão do Zambeze, que é realmente um peixe de água salgada), conhecida para atacar seres humanos, e existem vários incidentes registrados desde o Congo River.


Datnioididae:

Várias espécies de Coius (ou Datnioides , dependendo da autoridade taxonômicos ) têm sido referidos como "tigerfish", particularmente no aquarismo livros e revistas. Eles são grandes, peixes deep-bodied com negrito verticais faixas pretas sobre um fundo branco, cinza ou marrom. Eles habitam fresco e salobra águas no Sudeste da Ásia ...


Erythrinidae:

Os grandes da América do Sul Caracins da família Erythrinidae foram chamados "tigerfish".

 

Comportamento:

Tigerfish podem ser consideradas equivalentes da África do Sul-Americano piranha , embora pertençam a uma família completamente diferente, pois eles são famosos por sua ferocidade, quando a caça. Eles têm dentes afiados que são interligadas, juntamente com a aerodinâmica, corpo musculoso construído para a velocidade. Tigerfish são predadores agressivos. A tigerfish tem um saco cheio de gás em seu corpo que ele usa como um receptor de som. Este transmite vibrações da água, permitindo-lhe detectar quaisquer animais nas proximidades e responder adequadamente. Uma escola de juvenis pode atacar animais de quase qualquer tamanho, incluindo quaisquer animais terrestres que ando muito perto da borda da água. Adultos tendem a viajar em grupos menores de quatro ou cinco, mas eles não são menos perigosos. Mesmo um indivíduo pode tomar as presas tão grandes como em si. Quando o alimento é escasso ou a competição por alimentos é muito grande, tigerfish podem recorrer ao canibalismo . Isto é particularmente comum na estação seca. Tigerfish também foram conhecidos por atacar seres humanos, esses ataques podem ser devastadores devido a seus dentes afiados e as táticas de caça agressiva. Existem alguns casos de morte registrados.                                                                                     ( Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre)
 

* Um grande Abraço de Pescador aos Amigos Pescadores: Camilo e Xande.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

RIO SÃO FRANCISCO

Foram dias inesquecíveis no Rio São Francisco. Fomos em um grupo de oito pescadores. Ficamos uma semana e pescamos vários peixes; dentre eles o surubim, a curimba, a piapara, piau, pacu prata, dourado, piranha e caranha.
 
" O rio São Francisco é um dos mais importantes cursos d'água do Brasil e de toda a América do Sul. Conforme estudos, sua nascente real e geográfica está localizada no município de Medeiros, Minas Gerais. Na Serra da Canastra no município de São Roque de Minas, Minas Gerais encontra-se a aproximadamente 1200 metros de altitude a errônea chamada nascente histórica, qual por muito tempo se pensou ser a nascente real. O rio também atravessa o estado da Bahia, fazendo sua divisa ao norte com Pernambuco, bem como constituindo a divisa natural dos estados de Sergipe e Alagoas, e, por fim, deságua no Oceano Atlântico, drenando uma área de aproximadamente 641 000 km² e atingindo 2 830 km de extensão. Seu nome indígena é Opará e também é carinhosamente chamado Velho Chico.
Apresenta dois estirões navegáveis: o médio, com cerca de 1.371 km de extensão, entre Pirapora (MG) e Juazeiro (BA) / Petrolina (PE) e o baixo, com 208 km, entre Piranhas (AL) e a foz, no Oceano Atlântico.
O rio São Francisco atravessa regiões com condições naturais das mais diversas e tem cinco usinas hidroelétricas.
As partes extremas superior e inferior da bacia apresentam bons índices pluviométricos, enquanto os seus cursos médio e submédio atravessam áreas de clima bastante seco. Assim, cerca de 75% do deflúvio do São Francisco é gerado em Minas Gerais, cuja área da bacia ali inserida é de apenas 37% da área total.
A área compreendida entre a fronteira Minas Gerais-Bahia e a cidade de Juazeiro(BA), representa 45% do vale e contribui com apenas 20% do deflúvio anual.
Os aluviões recentes, os arenitos e calcários, que dominam boa parte da bacia de drenagem, funcionam como verdadeiras esponjas para reterem e liberarem as águas nos meses de estiagem, a tal ponto que, em Pirapora (MG), Januária (MG) e até mesmo em Carinhanha (BA), o mínimo se dá em setembro, dois meses após o mínimo pluvial de julho.
                                                                                  
                                      
      
                                                                                  


À medida que o São Francisco penetra na zona sertaneja semi-árida, apesar da intensa evaporação, da baixa pluviosidade e dos afluentes temporários da margem direita, tem seu volume d'água diminuído, mas mantém-se perene, graças ao mecanismo de retroalimentação proveniente do seu alto curso e dos afluentes no centro de Minas Gerais e oeste da Bahia. Nesse trecho o período das cheias ocorre de outubro a abril, com altura máxima em março, no fim da estação chuvosa. As vazantes são observadas de maio a setembro, condicionadas à estação seca".  ( Texto - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. )

sábado, 24 de dezembro de 2011

LAMBARI

Tem dias que queremos mesmo é ficar na companhia dos lambaris. Brincando com os bichinhos, sem ver a hora passar; porque passa rápido demais, sempre passa, e ficamos admirando a natureza só passando o tempo.




Na foto acima os lambaris estão dentro de um boné. Consegue vê - los?

"Lambari é a designação vulgar de várias espécies de peixes do gênero Astyanax, família Characidae, comum nos rios, lagoas, córregos e represas do Brasil.
Seu tamanho médio é entre os 10 e os 15 centímetros de comprimento, possuindo um corpo prateado e nadadeiras com cores que variam conforme as espécies, sendo mais comuns os tons de amarelo, vermelho e preto..
São considerados como uma iguaria e também são utilizados como iscas na pesca de peixes maiores.
São peixes onívoros e a base da alimentação de diversos peixes predadores".
( Texto - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

PESCADOR ESPORTIVO!



Olá Amigos, 

Encontrei um texto aqui na Web e gostaria de compartilhar com vocês:

" Considero-me um pescador esportivo sim!!!

Pois, não pesco profissionalmente porque não trago peixes para vender, não pesco por hobby e que se assim fosse, pescaria apenas ocasionalmente sem mais compromisso, pescar por laser menos ainda, pesca por laser aquele que é convidado no local e lhe entregam um caniço e ele aceita para passar umas horinhas bebendo, comendo, piadinhas e tudo de direito que a ocasião permitir.

Considero-me pescador esportivo pois:

A exemplo de outros esportes onde se uniformizam para a prática, comprei roupas especiais para isso que me proporcionem movimentos cômodos e confortáveis também em relação ao calor.

A exemplo de um esportista golfista que adquiri tacos de melhor procedência, escolho as melhores varas que meu dinheiro possa comprar.

A exemplo de um esportista do automobilismo que procura os melhores motores, adquiro as melhores carretilhas com mais rolamentos que andem mais, dentro de meu padrão financeiro.

A exemplo dos esportistas que praticam o montanhismo que compram suas cordas importadas para isso, adquiro minhas linhas de pesca cada vez mais desenvolvidas e resistentes e com seu diâmetro a cada vez mais finos.

A exemplo dos esportistas que praticam trilhas, raftin, camping, também estou em contato com a natureza muitas vezes andando por trilhas, navegando por correntezas e dormindo e comendo em acampamentos ou algo que o valha.

A exemplo do esportista que pratica o futebol e compra suas chuteiras, compro minha iscas artificiais esperando a cada uma delas que exerça sua função e me faça vibrar com um bela fisgada assim como um gol de placa.

A exemplo dos todos os esportistas que se concentram um dia antes de um jogo, me concentro quase uma semana estudando o local por informações, estudando as mudanças climáticas e preparando os apetrechos para o tipo de pesca que pretendo praticar.

Haaaaa!!!!! Tem uma coisa no nosso esporte que não tem no deles, não temos adversários!!!! Temos por ocasiões de atravessar por adversidades mas o meu oponente não é tratado como inimigo!!!

E com vantagens em relação aos outros ESPORTES, caso do oponente não compareça, o jogo não termina por WO, continuo praticando meus arremessos para que fiquem cada vez mais precisos, continuo navegando na descoberta de novos e promissores pontos de visitação futura, continuo trabalhando as iscas artificiais a fim de descobrir novos e interessantes movimentos com modificações de trabalho.

É... pesando bem acho que não sou um esportista, não quero vencer e acabar com meu ADVERSÁRIO, pelo contrário, quero que ele cresça e se prolifere ".
                                                                                                                                ( Clóvis Camacho )

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

TRAÍRA

Como não falar da  Hoplias Malabaricus,  a nossa querida Traíra:





                                                                                   










Traíra

Por: Armando Urenha Jr. Foto/Ilustração: Lester Scalon Publicado em: 10/2011
Nome: Traíra

Nome científico: Hoplias malabaricus

Água doce ou salgada: Doce

Família: Erithrynidae

Características: As Traíras são divertidas e bastante briguentas e podem ser capturadas com várias técnicas. São exclusivas da América do Sul e pertencem à família Erithrynidae, da qual também fazem parte Jejus e Trairões. Antigamente, eram tidas como espécie única, com ampla distribuição dentro da área de ocorrência. Com o aprofundamento de estudos, os cientistas chegaram à conclusão de que são várias espécies ou um grupo, denominado malabaricus . Os peixes desse grupo podem alcançar tamanho máximo em torno de 5 kg e 80 cm de comprimento. O corpo é roliço, com as extremidades mais afiladas. Têm a cabeça levemente comprimida, principalmente na região das maxilas. Apresentam dentição pronunciada, constituída por dentes aciculares (em formato de agulha) levemente achatados, de diferentes tamanhos. Sua coloração, normalmente marrom dourada, pode variar entre preto, cinza e verde, dependendo do ambiente e da cor da água. As escamas recobrem só o corpo e não estão presentes na cabeça e nadadeiras.

Hábitos: São caçadoras implacáveis e, uma vez atiçadas, atacam iscas diversas vezes. Preferem se alimentar de pequenos peixes, sapos e alguns artrópodes (crustáceos e pequenos insetos com esqueletos externos e patas articuladas, como pitus). Como não nadam muito bem, as iscas devem ser puxadas mais lentamente, para as Traíras poderem se aproximar e dar boas mordidas. Muitas vezes, são atraídas por barulhos na água, como o de peixes debatendo-se na superfície.

Curiosidades: Podem muitas vezes ser responsabilizadas pelo amor à pesca de diversas pessoas que as capturaram em pequenos lagos de sítios ou em grandes quintais. Sua agressividade e espírito de luta sempre proporcionam muitas festas a vários pescadores, veteranos ou principiantes.

Onde encontrar: Presentes em praticamente todos os corpos de água doce do Brasil, vivem em lugares que vão desde brejos e pequenos alagados a rios caudalosos e quilométricos, em todo o território continental. Sua presença é bastante comum em açudes, lagos e reservatórios. Em rios, preferem ficar em pequenas baías ou remansos, sem correnteza. Gostam de ficar em águas rasas e quentes de lagoas e represas, principalmente em meio a pedras, galhos secos, árvores caídas, moiras de capim e vegetação marginal. Nas regiões sul e sudeste, migram para águas mais profundas no inverno e permanecem junto ao fundo, inativas. Em rios, podem ser encontradas nas mesmas estruturas, em pequenas ou grandes baías marginais ou regiões de águas mais calmas. Normalmente ficam juntas ao fundo independentemente da temperatura da água.

Dicas para pescá-la: Ao optar por iscas artificiais, seja persistente já que as traíras às vezes são um pouco lentas e podem demorar a atacar. Iscas de hélices, poppers e zaras são bastante eficientes, pois o barulho que produzem atrai essas implacáveis caçadoras. 

 Texto - Origem Revista Pesca & Cia. - http://revistapescaecompanhia.uol.com.br/peixes-do-brasil/agua-doce.aspx?c=271